sábado, 25 de agosto de 2012

Confie


Como é importante confiar em si mesmo, aprender a ouvir a intuição e assim fazer o seu caminho ser real e verdadeiro. Uma boa parte do sucesso está relacionada a quanto você confia em si mesmo, conhecendo muito bem todos os seus pontos fortes (e os nem tanto), buscando o equilíbrio e atuando junto aos outros para fortalecer este equilíbrio.
Confiar pressupõe acreditar e conhecer, saber que você é capaz e que você mesmo é a força que faz tudo, o que você quiser, acontecer. A confiança se transmite na atitude, na demonstração de valores pessoais, na solidez de posicionamento, e na forma como você conduz todas as situações da forma mais positiva possível.
Mesmo em situações não-conformes, em que se tenha de despender grande esforço ou se dedicar de uma forma considerada inimaginável, a confiança é o trunfo para fazer com tudo se ajuste e assuma o “status” de resolvido, por mérito e por se entender que se você é positivo, soluciona qualquer situação.
A confiança é tão poderosa e tão importante para cada pessoa, que faz com que vejamos claramente as situações, estejamos abertos a ouvir mais e a enxergar os fatos e não somente as suposições. Fundamental é não confundir confiança com arrogância, porque quem confia em si mesmo olha a seu redor e percebe o que está a sua volta.

As marcas que deixamos nos negócios são a nossa forma de atuar e como transmitimos o que temos de melhor, que reflete o quanto confiamos em nós mesmos. Então os resultados não são apenas “negócios fechados” mas as percepções que deixamos como pessoas e profissionais. O que faz a diferença é sempre confiar em si e no que você tem a dizer a si próprio. Se você ainda não confia, descubra logo o caminho, porque ninguém pode fazer por você.
Confie.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Curiosidades históricas

  • Na idade média a dança foi totalmente proibida pela Igreja. Por ser uma atividade que exalta o físico, era vista como profana e promíscua. Santo Agostinho a chamou de (...)"coisa lasciva,indigna ao cidadão(...)”. Ao contrário, na Antiga Grécia, a dança era tida como um elemento essencial na formação dos indivíduos e era parte da educação obrigatória.
  • Na idade média a dança foi totalmente proibida pela Igreja. Por ser uma atividade que exalta o físico, era vista como profana e promíscua. Santo Agostinho a chamou de (...)"coisa lasciva,indigna ao cidadão(...)”. Ao contrário, na Antiga Grécia, a dança era tida como um elemento essencial na formação dos indivíduos e era parte da educação obrigatória.
  • No Brasil, os jesuítas usaram da linguagem universal da dança para catequizar os índios.
  • O período Romântico do Ballet foi inaugurado pelo uso das sapatilhas de ponta e a predominância de roupas brancas, na peça “La Sylphide”, porém, a obra mais famosa deste período foi “Giselle”.Nessa época quatro bailarinas tornaram-se imortais por dançarem o “Pas de Quatre”, no dia 12 de Julho de 1845, em Londres.São elas :Marie Taglione, Carlota Grisi, Fanny Cerrito e Lucile Granh. 
  • O ballet além de incentivar a postura, a elegância, também corrige desvios posturais ,como lordose, cifose, além de problemas nos joelhos e pés. O en dehors surgiu no Ballet da necessidade que tiveram os bailarinos em se adaptarem ao novo formato do palco,que de circular passou a horizontal, de visão única. Assim, foi preciso criar uma maneira de ampliar os movimentos na direção lateral. 
  • Á época de Luis XIV, quando o Ballet de corte começou a surgir, os espetáculos não eram puramente de dança, as coreografias eram representadas juntamente com cantos e récitas e geralmente tinham a função de exaltar a figura real. 
  • A pioneira da Dança Moderna, Isadora Duncan, esteve no Brasil na década de 20, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde ao contrário do que aconteceu na Argentina, foi recebida calorosamente por uma platéia entusiasmada com sua dança livre e inovadora. Isso, no entanto, não fez com que a dança clássica perdesse o título de favorita entre a sociedade. 
  • No ballet quase não se dança com objetos nas mãos, uma exceção porém está na peça D.Quixote, onde a bailarina apresenta um leque nas mãos.
  • Marta Graham,um dos expoentes da Dança Moderna, iniciou seus estudos de dança aos 22 anos de idade. 
  • A obra “La Fille Mal Gardée” foi inspirada na pintura de um quadro. 
  • Mercedes Batista foi a primeira bailarina negra a integrar o corpo de baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Apesar de fazer aulas com a companhia, nunca foi escalada para uma apresentação. 
  • Antigamente os Ballets eram dançados com roupas muito pesadas e máscaras. A técnica era um elemento que tinha primazia sobre a emoção. 
  • Noverre foi um revolucionário do ballet, segundo ele, um bailarino não deveria trabalhar apenas o corpo, mas também a mente. Anatomia, música, geometria, pintura, música, poesia, seriam conhecimentos indispensáveis à formação desses profissionais. 

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Fernanda Barreto

Fernanda Maria Barreto Silva, 31 anos, começou seus estudos de ballet com 08 anos, não sonhava em fazer ballet porem afirma que hoje agradece a Mãe por ter colocado-a no ballet. Com 13 anos de idade começou a sair mal na escola e sua mae disse que ela teria que sair do ballet, nesse dia percebeu o quanto o ballet era importante em sua vida!!


Thamires: Quais foram as apresentações que mais te marcaram e porque?
Fernanda: Me marcou muito o Balé A Bela Adormecida, pois já o dancei em vários momentos diferentes, em várias circunstâncias. Também em Coppelia, quando dancei "A Prece", uma coreografia do terceiro ato. Eu estava voltando a participar dos meus espetáculos, depois de duas cirurgias no pé direito, devido a um cisto. 


Thamires: Em algum momento você pensou em desistir e seguir outra carreira?
Fernanda: Sou formada em Psicologia com especialização em Psicologia Organizacional e pós-graduação em Gestão estratégica de Micro e Pequenas Empresas. Sempre achei que fosse conciliar a Dança com a Psicologia, mas no fundo, no fundo sabia que a dança me consumiria em todos os minutos. Porém, quando passei pelas cirurgias no pé ficava pensando que se eu não conseguisse voltar a dar aulas eu teria que seguir o rumo da Psicologia. Mas me recuperei e aqui estou eu mergulhada mais uma vez na dança.


Thamires: Porque decidiu ter seu próprio Studio de Dança, passando a dedicar-se a carreira de professora?
Fernanda: Sempre soube que queria dar aula de ballet, e sempre sonhei em ter um Studio próprio. O desenho da sala, os modelos dos collants, a grade horária, o planejamento das aulas, tudo isso sempre me encantou. Nunca quis ser bailarina profissional, sempre tive muito claro que queria passar pros outros o que eu aprendo no meu dia a dia de estudos e muita pesquisa. Amo o que faço e por isso, tento fazer o melhor que posso. 


Thamires: Qual o momento mais feliz que pode viver ate hoje como professora e o porque?
Fernanda: Houve muitos momentos felizes, mas posso destacar a Inauguração do Studio foi pra mim um momento muito Feliz, pois estava sendo duas coisas ao mesmo tempo- O Fim- de uma batalha para conseguir abrir a escola, da melhor maneira possível, que agradasse ao nosso público. E o Início- de uma longa e progressiva história, que sem dúvidas de muito trabalho, mas de muitas conquistas! Me sinto a pessoa mais realizada do mundo. Hoje ainda posso considerar que trabalho demais, além da conta. As vezes acho que não vou aguentar, mas o meu sonho é tão grande e tão intenso que nunca o cansaço, o stress vão ser motivo pra desistir. Sou muito feliz com o que faço. 


Thamires: Que mensagem você deixa a todas as bailarinas que estão hoje na luta por um sonho!
Fernanda: Acho que o primeiro passo pra tudo na vida é sonhar. Quem não sonha deixa de realizar muitas coisas, deixa os seus dias frios e em preto e branco. Sonho muito alto sempre, nem que seja pra conseguir 1% daquilo que sonhei. Acho que é esse o meu legado que quero deixar pra todos os que querem seguir os caminhos da Dança! 

terça-feira, 1 de maio de 2012

Entrevista com Tatiana Ballet

Thamires: Nome Completo e idade?
Tatiana: Tatiana Márcia Souza 26 anos / 26/08/1985


Thamires: Quando começou sua primeira aula de clássico?
Tatiana: Eu iniciei as aulas com 03 anos de idade


Thamires: Que momento você percebeu que a dança ja era parte importante na  sua vida?
Tatiana:  Quando eu tinha 10 anos e minha família não queria pagar o Ballet, e eu tinha que começar a trabalhar. Então eu comecei a aprender a dar aulas e a trabalhar para ajudar a pagar sozinha as minhas coisas.


Thamires: Quais foram as apresentações que mais te marcaram e porque?
Tatiana: Todas são especiais. A mais marcante foi um espetáculo que fiz em Jaraguá em Homenagem ao meu Avô, pessoa que me criou e me ofereceu toda a oportunidade para eu tornar esta pessoa que sou hoje. O meu grande ídolo!Foi o primeiro espetáculo que a minha família assistiu depois de mais de 20 anos que faço dança. Pois até então, todos os espetáculo que fazia somente amigos e alguns primos participavam...Foi muito emocionante...Todos choraram e ficaram felizes...Foi lindo


Thamires: Em algum momento você pensou em desistir e seguir outra carreira?
Tatiana: Sim, quando o meu avô morreu. Aos meus 18 anos. Eu desisti de tudo, faculdade, namorado, dança. Mais foi a dança que me trouxe a vida, a esperança, a oportunidade de iniciar sozinha uma nova história...A minha !


Thamires: Porque decidiu ter seu próprio Studio de Dança, passando a dedicar-se a carreira de professora?
Tatiana: Com 18 anos eu comecei a trabalhar sem nenhum intuito em Goianésia para Prefeitura. E fui me apaixonando, por tudo. E aos poucos fui sonhando em ter minha própria escola, realizar o meu trabalho e não o trabalho que os outros queriam...E fui atrás...


Thamires: Nos momentos de crises de suas alunas, pois todos sabemos que o ballet não é so alegria, o que você faz para acalma-las e motivar a permanecer?
Tatiana: São muitos casos...E cada caso é um. Todos são de problemas financeiros, pais que dizem que os estudos estão ficando prejudicados. Que ballet não da futuro...E mostro a elas, o quanto a dança engrandeceu em suas vidas, e que se eu sou alguém com nome, e trabalho, foi graças a Dança...Então nunca desista de seus sonhos...Por que os outros não sonharam como você, e não acreditaram que seriam capazes e desistiram...Eu sempre incentivo ir até o fim!


Thamires: Qual o momento mais feliz que pode viver ate hoje como professora e o porque?
Tatiana: No meu Espetáculo! É maravilhoso ver todo o seu trabalho finalizado com o apoio de pais, bailarinos e da população. Aplausos, o brilho das fantasias, a beleza das coreografias com as lindas bailarinas...Isso sim, é um grande orgulho para qualquer pessoa que ama o que faz!


Thamires: Hoje você se sente realizada naquilo que faz? Fale-nos um pouco sobre.
Tatiana: Sim. Tenho minha escola, ofereço bolsas de estudos, trabalho com projetos sociais, prefeituras e nunca deixei de fazer o que mais amo.Dançar...Sou bailarina e sonho em levar o meu talento adiante. Se estou velha, não me importo, nunca é tarde para viver aquilo que sonhamos...Depois que morremos não adianta mais tentar...Por isso, ainda participo das coreografias com meus bailarinos e faço eles se espelharem em mim...E irem além do que consegui e sou! 


Thamires: Que mensagem você deixa a todas as bailarinas que estão hoje na luta por um sonho!
Tatiana: Um Salto para conquistar um prêmio, não significa sempre ganhar! Um salto para o sucesso não significa sempre a fama...O maior prêmio de todos é a felicidade que sentimos de ver seu sonho realizar!!!! 
Thamires: Quais suas premiações mais importantes?
Tatiana: O que mais me emocionou foi o 3º Lugar que ganhei no festival internacional em Brasilia, foi a primeira vez que competi fora. E agora estou pretendendo buscar mais...Todos os premios são importantes...Depende só da forma como você os olha. Eu sempre vejo cada vitória como um passo para alcançar grandes objetivos....

terça-feira, 20 de março de 2012

Entrevista com a bailarina Priscilla Yokoi

Nascida em 19 de junho de 1983 na cidade de São Paulo. Iniciou o estudo de ballet Clássico aos dois anos de idade.

Thamires: Como se deu a sua conversão?

Priscilla Yokoi: Aos 14 minha mãe me levou a igreja para o pastor orar por uma lesão q eu havia tido no joelho e teria q ir a um concurso internacional na semana seguinte. O milagre Deus fez e após a volta do concurso nunca mais deixei de ir a igreja e procurei buscar e conhecer a Cristo de perto.

Thamires: Qual maior dificuldade que você encontrou quando teve que se apresentar e a coreografia não condiziam com o caráter de um Cristão?

Priscilla Yokoi: Quando conheci a Cristo e a sua palavra, e me decidi por Ele, procurei ter o cuidado de sempre antes de tomar uma decisão buscar primeiro a vontade de Deus, por isso renunciar algo fica muito mais fácil por ter a certeza q Deus estará comigo.

Thamires: É fácil separar o profissional do pessoal?

Priscilla Yokoi: Hihihi, só com jejum e oração. Principalmente quando se vive o dia todo trabalhando.

Thamires: Qual é a visão hoje da Priscilla Yokoi sobre bailarinos profissionais Cristão?
Priscilla Yokoi: Me alegro quando vejo homens e mulheres de Deus trabalhando por um mesmo propósito.

Thamires: Qual momento em sua carreira que você mais se recorda nos palcos e que te traz lembranças engraçadas?
Priscilla Yokoi: Engraçado... Não sei... eu sou uma pessoa alegre hihihi dou risada de tudo...

Thamires: Que mensagem você deixa a todos os bailarinos Cristãos e não cristão

Priscilla Yokoi: Que tudo depende de nosso alvo, fé em Deus, e nossa determinação. Porque obstáculos, dificuldades fazem parte de um bom resultado. Por isso desistir , jamais....

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Dicas

Um bailarino precisa saber como lidar com seu instrumento de trabalho, o corpo. Se não souber, pode enfrentar sérias complicações.

* Para evitar aquelas dores chatas nos músculos depois da aula, sempre se aqueça o máximo possível antes desta. Mas atenção! Não pense em alongar-se bastante! Nunca extrapole seus limites, pois a aula ainda vai começar, ou seja, você tem muito o que se alongar ainda... Senão, isso poderá resultar em muita dor de cabeça (e de músculos) depois.
* Após as aulas, se você sentir dores na parte em que se alongou bastante, como coxa, virilha, panturrilha, compressas de gelo vão bem.
* Se você for tomar banho após a aula, procure tomar banhos quentes, pois seu corpo
ainda está morno pelo exercício, e banhos frios podem resultar em choques térmicos.
* Após exercícios de alongamento, relaxe os músculos, massageando-os ou chutando as pernas para a frente. Assim o músculo não fica muito "tenso", e nem fica aquela "coisa dura" quando você anda.
* Em casa, se você ainda sente dor em alguma parte de seu corpo, passe pomadas que aliviam a dor, como CATAFLAN EMUGEL®, CALMINEX® e GELOL® . Elas promovem resultados rápidos.
* Atenção! Se nenhum desses itens ajudar para melhorar alguma dor que você esteja sentindo, procure um médico imediatamente. Pode ser um problema sério, como bursite, distensão, contratura etc.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Bolshoi! Um sonho de muitos bailarinos!


A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é a única Escola do Bolshoi fora da Rússia. Joinville foi a cidade escolhida para sediar este projeto de inclusão social para crianças e jovens. Localizada no norte do Estado de Santa Catarina, a inauguração ocorreu em 15 de março de 2000, com o diretor do Teatro Bolshoi Vladimir Vasiliev.
A Escola educa 274 alunos, dos quais 95% são bolsistas. Além de ensino gratuito, as crianças recebem benefícios como alimentação, transporte, uniformes, figurinos, orientação pedagógica, assistência odontológica preventiva, atendimento fisioterápico, nutricional e assistência médica de emergência/urgência pré-hospitalar. Além disso, participam de intercâmbios internacionais, mostras artísticas, oficinas, palestras e tem acesso a laboratório de informática e música. Os alunos recebem educação, aprendem uma profissão, exercitam responsabilidade e constroem cidadania.
A seleção anual para novos alunos compreende etapas desde o despertar de jovens e crianças para o mundo das artes, até avaliações médicas-fisioterápicas e artísticas específicas.
A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil utiliza o método Vaganova, criado no século XX pela bailarina russa Agrippina Vaganova. Nele, busca-se o aprendizado de forma gradual e enfatiza-se a consciência corporal do aluno a cada movimento.
As instalações incluem 12 salas de aula com piso especial para dança, dez estúdios de piano e percussão, sala de informática, duas salas para aulas teóricas, sala de ginástica, vestiários, laboratório cênico (sala equipada para apresentações), biblioteca e videoteca, núcleo de saúde, sala de apoio educacional, secretaria escolar, sala de reuniões, cantina, pátio coberto, espaços culturais, ateliê, além dos espaços administrativos.
A audição é dividida em duas etapas eliminatórias. Na primeira é feita uma avaliação médico-fisioterápica. São analisadas musculatura, articulações, desvios posturais, habilidades físicas, motoras, sinais vitais (freqüência cardíaca respiratória), percentual de massa corpórea e somatotipo. Além de habilidades específicas para o balé clássico, como abertura de quadril (rotação externa) e flexibilidade. A avaliação seguinte é artístico-musical e cognitiva. Nela, profissionais da dança - reconhecidos no Brasil e no exterior - além de músicos e professores, avaliam as habilidades técnicas e artísticas do candidato: musicalidade, força, estrutura física, projeção cênica e o desempenho intelectual.